Produzida pela Delegacia de Defesa da Mulher em parceria com a prefeitura, peça “Meu Nome é Jenifer” será apresentada a 250 alunos do 7º ano em São Sebastião.
Um convite à reflexão entre jovens
Na próxima quarta-feira, 29 de outubro, às 9h30, o Auditório Cinthia Cliquet, localizado na Rua Castro Alves, 377, bairro Enseada, costa norte de São Sebastião (SP), receberá cerca de 241 estudantes do 7º ano da rede municipal e autoridades para a apresentação da peça teatral Meu Nome é Jenifer. A iniciativa é da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) em parceria com a prefeitura, voltada à conscientização sobre violência, acolhimento e redes de proteção.
Com duração de 40 a 50 minutos, a montagem integra a programação do mês de outubro da Polícia Civil e reforça o compromisso local com o combate à violência contra crianças e adolescentes.
A narrativa e o público-alvo: sensibilizar e engajar
A peça acompanha a personagem Jenifer, símbolo de crianças e adolescentes em situação de violência e silêncio. O enredo envolve colegas, professores e plateia em dinâmica interativa, com o objetivo de aproximar os jovens das redes de apoio – escola, família e órgãos públicos.
Além disso, a iniciativa busca estimular no público infanto-juvenil sentimentos de empatia, coragem para pedir ajuda, e diálogo sobre temas sensíveis. A mobilização acontece no âmbito escolar e institucional, reforçando a importância de intervenção precoce e educação para a prevenção.
Parcerias e políticas públicas em ação
O projeto foi idealizado pela DDM e conta com o apoio institucional de diversas entidades: a prefeitura de São Sebastião, a Fundação Educacional Deodato Sant’Anna (Fundass), o Conselho Tutelar, a Câmara Municipal e a Frente Parlamentar Feminina do Litoral Norte.
Esse tipo de articulação demonstra que políticas de proteção infantil e adolescente dependem não apenas da única escola ou organização, mas da articulação entre governo, escolas, sociedade civil e atores públicos.
Por que esse tipo de ação importa?
-
Atua em fase formativa da vida dos jovens (7º ano), influenciando atitudes, percepção de risco e autodefesa.
-
Amplia o alcance da rede de proteção, mostrando que violência não é tema tabu, e que existe suporte institucional e comunitário.
-
Ação local com potencial de inspirar replicação em outras localidades — vincula cultura, educação e direitos humanos.
-
Contribui para “educar para a proteção”, além de “apenas punir” — ou seja, reforça a prevenção e a conscientização.
A apresentação da peça “Meu Nome é Jenifer” em São Sebastião representa uma ação concreta de prevenção, direcionada aos jovens, com enfoque na conscientização, no diálogo e na mobilização de redes de proteção. Em tempos em que a violência contra crianças e adolescentes exige atenção e estratégias diversificadas, iniciativas como essa mostram-se pertinentes e urgentes.
Fonte: Prefeitura de São sebastião/SP

